VIPER em Santo André: Temperatura máxima

“Pô, Pit, mas esse Hugo Mariutti toca bem mesmo, hein?”

Finalmente!

Depois de muitos ensaios e diante de uma expectativa imensa (nossa, inclusive), começou a tão esperada e comentada To Live Again Tour. Na última sexta-feira, embarcamos com nossa equipe em uma van lotada de guitarras e amplificadores para o Central Rock, um simpático bar perto do Paço Municipal de Santo André.

O lugar não poderia ser melhor para a estreia: tudo bem, o palco era um pouco pequeno demais. Mas acabou sendo bom para testar a temperatura do repertório e criar uma ligação olhos nos olhos com a plateia. E posso garantir: foi quente, quente, quente. A proximidade com o público também permitiu um clima super informal, o que é difícil de resistir: sinto que o Viper e seus fãs são tão próximos que nos sentimos mais como amigos que estavam sumidos há algum tempo do que uma banda que ficou afastada dos palcos por tanto tempo. Há um amor, um carinho que sentimos e, que podem ter certeza, é recíproco. Poderia gastar mil palavras aqui e, mesmo assim, seria difícil descrever essa relação.

Tocar de novo com o Andre Matos também é ums sensação incrível. Com todos eles, na verdade: o Guilherme Martin está cada vez mais afiado (e engraçado, é o cara mais legal do mundo para se conviver), o Pit Passarell genial como sempre (fora o carisma), Hugo Mariutti destruindo na guitarra (e também um ótimo cara para se conviver, pelo jeito será meu companheiro de quarto nessa turnê).

Pelo horário, acabamos não vendo as duas bandas de abertura, Demolition e Pastore, mas ouvimos falar que foram muito bem. Não à toa: conhecemos o Mario Pastore há séculos, desde a época em que o cara era do Titânio, lá pelos meados do período mesozóico, ops, quero dizer…  anos 80.

Entramos em cena ao som da nova intro, uma melodia imponente que me fez imaginar que estava entrando no Coliseu para enfrentar gladiadores até a morte. Sugestão do Nando Machado, faz parte da trilha sonora de ‘Réquiem para um Sonho’, filme meio deprê, mas muito bom. A intro ficou melhor ainda quando o público começou a gritar: “VIPER, VIPER…” Aí sim! Subimos ao palco e detonamos a primeira música dessa volta, que não poderia ser outra: ‘Knights of Destruction’. O resto não preciso nem dizer: o lugar quase veio abaixo.

(Quem quiser enviar sua crítica do show, por favor envie como comentário que depois eu publico. Seria muito legal ter várias críticas para a gente saber exatamente o que o público achou. Prometo que não haverá censura – mas peguem leve, claro. J )

Tocamos o ‘Soldiers’ inteiro ,como havíamos prometido. Ao final de ‘H.R.’, deixamos o palco para uma espécie de ‘intermission’ e voltamos logo em seguida com o ‘Theatre’. Foi aí que eu vi que havíamos criado um ‘monstro’: tocar os dois discos foi uma promessa feita no calor do momento… e agora teremos que cumprir. É cansativo? É. Mas acho que quem estava lá gostou do que viu. A gente adorou: nada melhor do que começar uma turnê com a temperatura máxima. Agora, o desafio é manter todos os shows nesse nível, certo? Que nada, é daqui pra melhor!

Obrigado a todos que estiveram no show e até o próximo, quinta-feira em Ribeirão Preto!

Andre Matos, um dos maiores (senão o maior) ‘Rock-Metal’ do Brasil

Fonte: http://www.palavradehomem.com.br/?p=1931

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