Discografia

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VIPER:

 

Soldiers Of Sunrise

Lançamento: 1987

Produzido por: Andre Cagni

 

Resenha: Andre Matos tinha apenas 15 anos de idade quando gravou o primeiro disco do VIPER. Este foi um projeto pioneiro no Brasil, que ainda engatinhava em termos de produção de rock. O LP foi produzido por André Cagni. Depois do lançamento (apenas em formato vinil), o VIPER iniciou sua carreira de turnês, limitando-se ainda ao território nacional.

 

Theatre Of Fate

Lançamento: 1989

Produzido por: Roy Rowland

 

Resenha: Este álbum consagrou o VIPER, tanto nacional quanto internacionalmente. Aqui se encontram vários “hinos” do metal, como Living For The Night, Prelude To Oblivion, A Cry From The Edge e Moonlight. Este disco foi produzido e mixado por Roy Powland, produtor inglês que esteve no Brasil exclusivamente para este trabalho e foi, talvez, a primeira experiência de música clássica aliada ao metal. Andre Matos tinha apenas 17 anos e escreveu todos os arranjos de cordas, corais e teclados de Theatre Of Fate, numa época em que samplers e sintetizadores ainda eram muito pouco utilizados.

 

 

ANGRA

 

Angels Cry

Lançamento: 1993

Produzido por: Charlie Bauerfeind & Sascha Paeth

 

Resenha: Depois de deixar o VIPER, Angels Cry foi o debut com a banda Angra. Esta foi a primeira produção realizada inteiramente no exterior, mais precisamente na Alemanha, sob o comando de Charlie Baurfeind e Sascha Paeth (com este último, Andre Matos viria a desenvolver uma amizade musical que perdura até hoje).

O Angra trazia uma proposta musical diferente das bandas nacionais daquela época. E com a produção alemã, isto pôde se desenvolver ao máximo. Angels Cry é o best-seller do Angra e contém o seu maior hit até hoje: Carry On, de autoria de Andre Matos, além do cover de Wuthering Heights, de Kate Bush.

 

Evil Warning

Lançamento: 1994

Produzido por: Charlie Bauerfeind & Sascha Paeth

 

Resenha: Andre Matos considera este EP como uma jogada comercial bem sucedida – “coisas de gravadora”, como ele costuma dizer. Na verdade, o EP não trazia nada de substancialmente diferente: foram trocados apenas alguns arranjos e a voz regravada. Nenhuma faixa inédita foi incluída neste lançamento que, por sinal, se deu apenas no Japão.

 

Live Acoustic At Fnac

Lançamento: 1995

Produzido por: Charlie Bauerfeind

 

Resenha: Extraído de um concerto promocional realizado na FNAC de Paris no ano de 95, este “live” contém alguns arranjos acústicos interessantes baseados no repertório de Angels Cry, além de alguns bônus. Na verdade, trata-se de um EP com 3 faixas e, no princípio, foi lançado na França apenas como CD promocional, sendo editado mais tarde em outros países. 

 

Holy Land

Lançamento: 1996

Produzido por: Charlie Bauerfeind & Sascha Paeth

 

Resenha: Considerado por muitos como o melhor dos discos do Angra até hoje, este álbum conceitual foi alvo de polêmica, quando de seu lançamento. A mistura de ritmos e melodias tipicamente brasileiras, música clássica e metal não agradou de cara e teve de vencer preconceitos para se firmar. Sem dúvida, de todos, este é o disco mais interessante, rico em atmosferas e passagens. A parte instrumental não é exageradamente virtuosística e os arranjos acústicos, bem colocados. Um videoclipe foi gravado para Make Believe e chegou aos primeiros lugares das paradas. A turnê de Holy Land foi extensa, sendo também a primeira vez em que tocaram no Japão.

 

Freedom Call

Lançamento: 1996

Produzido por: Charlie Bauerfeind &  Sascha Paeth

 

Resenha: Com algumas músicas inéditas, este EP veio reforçar o lançamento anterior, porém, já fora do contexto de álbum conceitual. A faixa Freedom Call é na realidade uma sobra das composições de Holy Land, bem como Queen Of the Night, de Angels Cry. O CD conta ainda com uma versão de Painkiller, extraída do álbum tributo ao Judas Priest, do qual o Angra participou.

 

Holy Live

Lançamento: 1997

Produzido por: Charlie Bauerfeind

 

Resenha: Assim como o Live Acoustic, Holy Live, também gravado em Paris é, por sua vez, um EP ao vivo de verdade. O lugar escolhido foi o Acquaboulevard e esta gravação representa o ápice da turnê Holy Land. Destaque para as falas de Andre Matos, todas em francês.   

 

Lisbon

Lançamento: 1998

Produzido por: Chris Tsangarides

 

Resenha: A prévia de Fireworks contava com três faixa, com destaque para Lisbon, de autoria de Andre Matos. Foi editado em formato especial e logo se tornou item de colecionador. Este mini-CD seguia a tendência européia dos “singles” e, apesar de não muito usual, foi também lançado no Brasil e em alguns outros países. 

 

Fireworks

Lançamento: 1998

Produzido por: Chris Tsangarides

 

Resenha: Esta era a primeira vez em que o Angra trabalhava com um produtor diferente e a produção saía da Alemanha para ser realizada inteiramente na Inglaterra. Isso também proporcionou momentos únicos, como a gravação de orquestra no lendário Abbey Road, da qual Andre Matos foi o único membro da banda a ter participado. Chris Tsangarides, conhecido por seus trabalhos com Judas Priest e Bruce Dickinson, impôs um ritmo diferente a este álbum, que seria o último com a formação original – depois desta turnê, três integrantes se desligariam da banda, incluindo Andre Matos. Fireworks se caracteriza por uma sonoridade mais forte e com algumas passagens progressivas. Apesar de não ter sido a mais longa das turnês, foram sem dúvida os maiores concertos até então (destaque para o show do Zenith de Paris, com a participação de Bruce Dickinson nos vocais). 

 

Rainy Nights

Lançamento: 1998

Produzido por: Chris Tsangarides

 

Resenha: Esta faixa, também uma sobra do álbum Fireworks, acabou por não entrar no CD completo, por ser considerada muito “fora” do estilo do mesmo. Na verdade, essa música já apontava para uma vertente quase pop, que talvez pudesse ter se aprofundado mais, caso a banda não tivesse se separado logo em seguida.

 

VIRGO

 

Virgo

Lançamento: 2001

Produzido por: Sascha Paeth & Miro

 

Resenha: O tão famoso projeto paralelo de Andre Matos veio à luz no início de 2001. Para tanto, o parceiro escolhido foi ninguém menos que Sascha Paeth, produtor e companheiro de todas as produções anteriores com o Angra (inclusive Fireworks, no qual auxiliou nos arranjos de teclados). Por se tratarem de velhos amigos, a dupla não enfrentou nenhum problema para compor e produzir esse álbum que, aliás, contou com uma superprodução em termos de estúdio e orquestra. Virgo é um projeto pioneiro dentro do metal, justamente por não ser completamente metal. Abriu vários horizontes musicais e flertou com diversos estilos musicais, desde a Soul Music até o  Rock Tradicional, passando pelo clássico, eletrônico e, claro, também o rock pesado – numa referência clara a nomes como Queen e Beatles. Foi um disco feito para fãs de metal, por músicos da cena metal, porém com a intenção de abrir os olhos e ouvidos para algo novo. Andre Matos considera esse um verdadeiro divisor de águas em sua carreira: “antes de VIRGO eu não tinha muita consciência de minhas reais possibilidades, seja como cantor ou compositor. Acho que a experiência que nasceu disso vai me influenciar para sempre em todos os meus outros projetos daqui pra frente”. VIRGO é considerado como o primeiro projeto solo de Andre Matos e a pergunta que sempre se repete onde quer que ele vá é: “quando será o próximo ?”

 

 

SHAAMAN

 

Ritual

Lançamento: 2002

Produzido por: Sascha Paeth & Shaaman

 

Resenha: Depois da dissolução do Angra, por motivos já conhecidos, os três integrantes Andre Matos, Ricardo Confessori e Luis Mariutti resolvem formar uma nova banda, o Shaman (ainda na sua grafia antiga), contando agora com um novo companheiro nas guitarras, Hugo Mariutti. Depois de mais de um ano dedicando-se a composições e até mesmo alguns shows de estréia no mundo todo, o CD debut Ritual foi finalmente lançado, em setembro de 2002. A produção ficou a cargo de Sascha Paeth e foi inteiramente realizada na cidade de Wolfsburg, Alemanha, onde a banda se internou por mais de quatro meses. O resultado agradou a gregos e troianos, indicando uma clara transição entre o estilo já consagrado junto ao Angra e as inovações prometidas para a nova fase. Ritual é um CD conceitual bastante experimental que mescla elementos de world music com a música pesada do Shaaman, além dos ritmos tribais e da influência orquestral. O tema de abertura Ancient Winds foi utilizado como trilha para cinema e, além disso, Fairy Tale sagrou-se como trilha de uma famosa novela de TV, o que levou o Shaaman logo de cara a uma exposição em nível nacional jamais vista para uma banda do gênero. A música também alcançou os primeiros lugares nas paradas das rádios rock brasileiras e o videoclipe,  chegou às primeiras posições na MTV.     

 

Ritualive

Lançamento: 2003

Produzido por: Philip Colodetti & Shaaman

 

Ainda que apenas com um só álbum de estudio, o Shaaman resolveu colher cedo os frutos da extensa turnê do Ritual… Foram mais de 150 shows desde o seu lançamento, que culminaram com um grande concerto na maior casa de shows de São Paulo: o Credicard Hall, que estava com sua lotação esgotada para receber a banda e seus convidados, entre eles Sascha Paeth, Tobias Sammet, Marcus Viana, Andi Deris e Michael Weikath. O lançamento se deu em formato duplo: CD ao vivo e DVD e consagrou-se como êxito de vendas no Brasil. O CD conta com uma faixa interativa em video, extraída do próprio DVD. A produção ficou a cargo e Philip Colodetti, que cuidou tanto da gravação ao vivo quanto da mixagem.

 

Resenha:

Ritualive DVD

Lançamento: 2003

Produzido por: Bros.Co & Shaaman

 

Resenha: A parte “visual” do ao vivo Ritualive conta ainda com alguns bonus, como um Making Of de toda a turnê com cenas de bastidores, shows, entrevistas e estrada e também os videoclipes de Fairy Tale e For Tomorrow que foram veiculados na TV. Conta também com a discografia ilustrada da banda e o show completo do Credicard Hall.

 

Reason

Lançamento: 2005

Produzido por: Sascha Paeth & Shaaman

 

Resenha: O segundo álbum de estudio do Shaaman (agora, sim, com nova grafia no nome) também foi produzido por Sascha Paeth. Desta vez, o produtor veio até o Brasil e acompanhou a banda por várias semanas no processo de pré-produção. As gravações iniciais também se deram em São Paulo, prosseguindo mais tarde na Alemanha. Reason é um disco inovador onde a banda não se rende ao óbvio. A sonoridade mais pesada e os climas mais acentuados denotam a necessidade de impor uma personalidade própria ao som, deixando de lado os modismos e vícios de um estilo já saturado dentro do cenário do chamado “metal melódico”.

Um dos pontos altos do CD é o cover para More, do Sisters of Mercy, banda precursora do gótico nos anos 80.

A temática recorrente é o existencialismo e nota-se uma maior maturidade no trabalho de Andre Matos, tanto na parte lírica quanto vocal, com linhas mais agressivas e expressivas.

Com certeza, essa é a porta de entrada para a evolução da banda e também de seus músicos.  

 

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