Parte IV

SHAMAN REPORT – PARTE 4 – BY RICARDO CONFESSORI
Olá Amigos

É a primeira vez que tenho o prazer de escrever para o Shaman report, pois como vocês sabem, todos os outros foram escritos pelo meu amigo André. Acontece que esse é um report especial: ele foi 100% feito no Brasil. Vocês devem lembrar da nossa despedida (Eu e Luís Mariutti) em Wolfsburg, rumo ao Brasil novamente. Chegando em São Paulo, demos uma relaxada no calor de 34 graus (viemos de –10 graus), mas logo voltamos ao trabalho, iniciando as gravações no Contato Estudio, contando com participações especiais.

O primeiro convidado foi George Mouzayek, que tocou “Derbak”, “Daf” e “Dehola” (sim, o nome soa estranho em português), todos instrumentos de percussão de origem árabe. Conhecemos o George através de Marcus Vianna, vilolinista e mentor do Sagrado Coração da Terra, grupo de Belo Horizonte no qual André cantou algumas faixas para o último CD. Não coincidentemente Marcus Vianna também participará do CD do Shaman, tocando alguns solos de violino. O “Derbak” tem um som bem agudo, por isso o ouvimos em solo sobre a base feita pelos outros dois instrumentos.

Nosso segundo convidado, foi Ademar “Farinha” que tocou “Quena”, “Samponha”,“Charango” e Violão, instrumentos do estilo de música andina. Ele ganhou esse apelido quando, para tentar aperfeiçoar seu estilo, acabou tocando com um grupo de Chilenos, , e sempre ouvia deles a frase: “Vai ter que comer muita farinha para tocar como chilenos!”. Ademar tinha acabado de se mudar do Nordeste para São Paulo. Claudia Lemos, sua colega no Grupo Terra América participou tocando o “Bombo Leguero”, instrumento de percussão andino.

Outros instrumentos estarão presentes, pois queremos colocar muitos timbres diferentes neste novo CD, algo assim como foi o Holy Land do Angra. Dentre eles a “Gaita de Fole”, instrumento Escocês de sopro com um som incrível.
Bom, depois mudamos de estudio para gravar algumas percussões que eu mesmo toquei. Coloquei umas congas em uma parte meio latina de um dos sons novos e acabei me empolgando tanto que acabei gravando “cincêrro”, “jam block” e arrematei com um solo de “timbales”, que acabou ficando bem legal. Acho que esse negócio de ritmo swingado tá no sangue do brasileiro, porque mesmo eu que sou roqueiro no “úrtimo” não resisto e acabo “enfiando a mão nos coro”. Gravei tudo no meu “home studio”, acho que vai dar para o gasto! Hehehe… Bom pessoal, vou ficando por aqui e torcendo que em breve nos encontremos novamente, de preferência num show do Shaman!!!

Falou,
Ricardo Confessori

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