2003/03/14 – Shaman em Curitiba

Moinho São Roque – Curitiba/PR (14/03/03)
Por: Marilei Berbert Padilha

A tarde de autógrafos
Dia 14/03/03. O grande dia havia chegado. No dia anterior estávamos na tarde/noite de autógrafos no Shoping Estação. Aquela fila cavalar… Chegamos uma hora antes do início dos autógrafos e ficamos quase no final da fila… novos fãs iam chegando, olhavam aquela fila monstruosa e acabavam indo embora, mas agüentamos firme. A seção começou aproximadamente 19H15, mas meu autógrafo só saiu às 21H45… A banda estava exausta, os seguranças nervosos, mas nada que desanimasse os fãs. Apesar de todo o cansaço, o mais simpático no dia foi o Hugo. Posava para fotos, olhava bem para cada pessoa que passava na frente dele… “Super gente boa”!

O show
Bom, mas vamos ao show. Quando chegamos ao Moinho São Roque estava aquela fila cavalar novamente. Eram 22H00. Resolvemos aquecer o fígado num boteco lá perto. Olhando para todos os lados só havia “corvos”. Às 23H30 a fila terminou e resolvemos entrar. O MOINHO ESTAVA SUPER LOTADO, ninguém deixava “ninguém” passar pra não perder o lugar que havia conquistado… O único local livre e perto do palco era na lateral direita, perto dos banheiros… E lá ficamos. Havia caixa acústica de tudo que era lado na lateral, mas onde paramos dava pra ver quase tudo.
Primeiramente a banda Seven Side Diamond abriu o show, e fizeram cover de “Metropolis” do Dream Theater. Passou um tempinho e começou o show propriamente dito. Ao som de “Ancient Winds”, primeiramente o Hugo subiu ao palco e a galera começou a gritar o nome dele em coro… Logo em seguida entrou o Luis, e nem vi os outros entrando porque fiquei fascinada quando o Luis chegou perto da gente para pegar o baixo.
Todos os integrantes se posicionaram e, assim como no CD, emendaram “Here I Am”. O povo entrou em delírio e começou a encher de gente atrás de mim para ver o show ali de perto. TUDO BEM, mas decidi que ninguém iria tomar meu lugar. Que nem “bicho louco”, delimitei meu espaço pulando o tempo todo, gritando, dançando, agitando o cabelo… Desse modo consegui garantir meus dois metros quadrados…
Por estarmos quase escondidos atrás das caixas, só olhavam pra gente o Luis e o Confessori, pois o Hugo e o André estavam interagindo totalmente com o povo da frente do palco. O Luis, “super gente boa”, chegava perto, esticava o braço, cumprimentava… Atrás de mim, o tempo todo estava meu namorado (Ricardo) me abastecendo de cerveja. De repente ele sumiu… olho para o lado e está lá o Luis tomando uns goles da nossa cerva. “MASSA, IRADO, ALUCINANTE…”
Tocaram Shaman, Angra, solos e saíram do palco. Sempre aquele frisson… ninguém arredava o pé de lá. Uns cinco minutos depois voltaram a tocar… A moçada gritava por “Painkiller”, só que o Confessori se levantou, conversou com o Luis e o André e a banda se despediu da galera. Não entendo nada de batera, só sei que o show acabou naquele instante porque alguma coisa tinha quebrado/arrebentado.

todos os fãs gostariam de estar no meu lugar no que vou contar:
Duas horas de show não foram suficientes… faltava alguma coisa… a porta que dava para o camarim tava entupida de nego na frente. Como iríamos entrar? De repente o Hugo apareceu sozinho no palco para cumprimentar a moçada. Abracei-o e, em seguida, o Ricardo (meu namorado) me arrastou para o camarim pela entrada dos fundos, por trás do palco. Quando chegamos na ante-sala do camarim um segurança nos barrou: “Ei, vocês… não podem entrar por aqui”. Gelei, mas me veio na cabeça uma idéia: “Pô, o Hugo que disse pra gente entrar por aqui… pergunte para ele lá fora… vamos… se não como que a gente iria saber que dava para entrar por aqui”. O segurança titubeou um pouco, foi tempo suficiente para o André aparecer e a gente invadir a sala para conversar com ele. Pra falar a verdade aconteceu tanta coisa ali que daria para escrever um livro. O Hugo reapareceu e ficou longos minutos conversando com nós dois. Depois chegou o Luis, “super gente boa”, comentando que o lugar que a gente tava não era muito bom para ver o show… QUE DELÍRIO… ELE LEMBRAVA QUE A GENTE TAVA NA LATERAL DO PALCO… ELE LEMBRAVA DA GENTE… Em compensação o Confessori passou batido pela gente, direto para a van. Fiquei indignada e fomos lá fora atrás dele. Só faltou entrarmos no carro junto. Cumprimentamos ele pelo show, mas notei que ele estava arredio.
Quando voltamos ao camarim, comentamos com o Luis e com o Hugo que o Confessori estava de mau humor, mas o Luis falou que era porque ele estava doente, sob medicação, e por isso ficou daquele jeito.

Minhas impressões:
Querem saber o que mais me surpreendeu no show? A LUCIDEZ da banda… a seriedade com que encaram o trabalho. Não é daquelas bandas em que os caras fazem uma merda de show porque estão bêbados ou chapados. Foi muito 10. E o que me decepcionou? Concorri pela rádio e pelas livrarias Curitiba à camiseta e pôster do Shaman, mas nem por suborno o cara que entregava os prêmios quis me dar o kit. MALDIÇÃO! Bom, é isso… falow! Valeu! Té +. Quem no show se lembrar de mim, escreva para hallowed_land@zipmail.com.br

Set List
Ancient Winds
Here I Am
Distant Thunder
Time will Come
For Tomorrow
MEDLEY
Silent and Distant
Carolina IV
Time
Wings of Reality

Lisbon
Solo Guitarra
Solo Bateria
Over your Head
Solo Teclado Andre
Fairy Tale
Ritual
Pride

BIS:
Unfineshed Allegro
Carry on

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